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Naquele dia, a cidade de Chicago amanhece
com fábricas, comércio e transportes paralisados.
Era primeiro de maio de 1886. Comícios e passeatas pela
redução da jornada diária de trabalho para oito horas
sacudiram a cidade até a carnificina, dois dias depois.
A Polícia, sob as ordens dos patrões, assassinaram
dezenas de trabalhadores.
Sindicatos foram fechados e
cinco lideranças condenadas à forca num
julgamento de araque da então Justiça dos EUA.
Três anos depois, em Paris, a Internacional Socialista
proclama o Primeiro de Maio como Dia Internacional do Trabalho,
em homenagem às vítimas de Chicago.
Precisamos resgatar o valor histórico desta data,
marcada por luto e luta. O dia merece até festa,
mas não pode ser só show e sorteios. Os trabalhadores
precisam preservar a memória e refletir sobre os
desafios atuais. Se o desemprego é um assombro,
porque não se reduzir à jornada para seis horas,
criando mais vagas de emprego e ampliando a
qualidade de vida? Fica a reflexão e os parabéns
aos trabalhadores cariocas e de todo mundo.
Amigos, uni-vos!
A Amazônia é uma causa que vai além dos limites cariocas, mas pertence a todos os cidadãos brasileiros. Na última segunda à tarde (28/04), lançou-se a campanha para mobilizar toda a sociedade em torno das questões que ameaçam a soberania do país sobre a região.
Entidades como OAB-RJ, UNE, Sindipetro-RJ já aderiram à idéia, assim como inúmeros patriotas. Estou entre eles, porque acredito que assim como o petróleo é nosso, a Amazônia também é nossa.
Por isto todo apoio a campanha puxada Movimento em Defesa da Economia Nacional (Modecon) e o Movimento Nacional de Defesa da Amazônia quer preservar a Floresta como patrimônio do povo brasileiro. Eles denunciam a ação de ONGs estrangeiras, a biopirataria e a exploração do rico solo do território. A organização alega que grupos econômicos vêm usando o meio ambiente e os índios como camuflagem para negócios escusos e crimes de lesa-pátria.
O governo federal precisa estar muito atento à questão, assim como todos os brasileiros.
Atravessando o samba do compromisso público, a bancada
da prefeitura derruba o projeto da vereadora
Teresa Bergher (PSDB) que
devolvia ao próprio município o controle do carnaval.
O placar de votos (21 x 3) não deixa dúvidas
quanto a eficiência dos legionários de César,
que incluíram esta pauta em sessão extraordináira.
Estive entre esses três votos derrotados,
junto com Argemiro Pimentel (PMDB) e a autora
da proposta, para retirar da Liesa a organização dos
desfiles das escolas de samba. O meu apoio se deve
às conclusões da CPI do Carnaval que concluí que
a prefeitura, além de investir recursos públicos, ainda
amarga prejuízo financeiro.
Apesar de não conseguir provas concretas
da manipulação nos resultados do desfile de 2007, a
comissão demonstra que a prefeitura abre mão de
inúmeras receitas em favor da Liga.
As principais fontes de lucro vêm dos direitos
de transmissão do maior espetáculo da terra.
No final das contas, as cinzas ficam com o povo
carioca e os lucros com a Liga Independente das
Escolas de Samba (Liesa).
A idéia não é retirar a autonomia e o valor dos
verdadeiros artistas do Carnaval. Pelo contrário, é democratizar
a distribuição desses recursos e dar maior transparência aos
lucros da festa. É, no mínimo, estranho verificar que o prefeito,
tão atento ao mercado e seus lucros, deixe escapar um negócio
deste das mãos do poder municipal.
César, que pretende deixar R$ 1,5 bilhão para seu
sucessor, prefere pular no bloco daquilo que a
fantasia esconde a colocar profissionalismo e
capacitar agentes públicos para cuidar da festa.